Domingo, 20 de Julho de 2008

O ponteiro chegou no vermelho

O cadete da Polícia Militar Diego Fusco, 21 anos, foi autuado por tentativa de roubo, na madrugada deste domingo, após se envolver numa confusão com auxiliar de bar Tiago Monteiro, 19, na Lapa. O militar passou à noite na mesma casa noturna onde a vítima trabalha e saiu, por volta das 5h, com sinais de embriaguez. Ao se deparar com o funcionário da boate na Rua do Riachuelo, o teria encostado na parede, sob a acusação de ser garoto de programa e, ao fazer a revista, pegou R$ 105 da carteira dele.
Tiago seguia para encontrar com amigos numa sinuca, também na Lapa, quando foi abordado pelo militar, que cursa o terceiro ano na Academia Dom João VI. Com a demora dele chegar ao local marcado, seu irmão ligou e acabou ouvindo gritos do celular. “Eu tentei explicar para ele que estávamos no mesmo bar, mas mesmo assim fui agredido com empurrões e arranhões no pescoço. “Ele não me ouvia. Ao ver meus amigos se aproximando, ele saiu correndo”, contou Tiago.
O cadete foi em direção à Praça Tiradentes, no Centro, e se escondeu numa construção, onde operários ajudaram a cercá-lo. Ele só saiu com a chegada de policiais militares do 13º BPM (Praça Tiradentes), que o levaram para a 5ª DP (Gomes Freire). Na delegacia, ele ficou alguns minutos desmaiado no chão devido ao estado alcóolico. Uma ambulância do Samu chegou a ser chamada por policiais para prestar socorro. O militar foi medicado numa sala fechada e preso pela corporação, que o encaminhou para o Batalhão Especial Prisional (BEP).
Na delegacia, o cadete prestou depoimento e contou que foi abordado por Tiago, que teria oferecido programa e, como não aceitou, teria colocado o dinheiro no bolso dele, sem que visse para forjar roubo. Segundo a delegada Daniela Rebelo, responsável pela ocorrência, o cadete também negou a agressão. Ela encaminhou o militar e a vítima para exame de corpo e delito no Instituto Médico Legal (IML). “Os dois disseram que sofreram agressões. De fato, o cadete tem hematomas por todo o corpo. O auxiliar de bar tem vermelhidões e leve arranhões no pescoço”, afirmou.
[O DIA Online]
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Realmente estamos chegando no fundo do poço, quando começa a ter na escola de oficiais o mesmo tipo de gente que os próprios oficiais criticam tanto por entrarem aos montes na escola de praças é porque a PMERJ acabou mesmo. Espero que seja tudo um mal entendido, mas vejam que o comando da PMERJ fez com esse "praça especial" como faz com as praças. Dificilmente um coronel ou tenente coronel seria tratado dessa forma, mesmo porque, pelo salário em forma de gratificações que tem, frequentam lugares mais sofisticados. Os comandantes dessa droga chamada PMERJ estão igualando todos por baixo, por "condição", eles não amam a corporação comandariam um bando de mendigos se isso rendesse para eles um bom dinheiro. Futuro coronel acusado de assalto, essa é a PM que nossos coronéis e tenentes coronéis criaram.

4 comentários:

Anônimo disse...

ATENÇÃO A TODOS...

CUIDADO COM O BLOG 'MAJORES ESCLARECIDOS'!!

Gastei uma grande retórica até mesmo justificando a intenção do blog deles, dei minhas opiniões construtivas, sem palavras de baixo calão, até cheguei a defender seus pontos de vista.

EXCLUIRAM MEU POST, será realmente que blog possui esta atividade fim? Vamos observar a sua idoneidade.

CB VERDADE disse...

MEUS AMIGOS, POSTEI ANTERIORMENTE O INTERESSE DE REALIZAR UMA REUNIÃO COM VCS, MÔNICA, Dr PRAÇA, M. MAXIMOS E AINDA A SENHORA SILVIA GOMES, QUE MUITO GENTILMENTE PEDIU PARA MARCAR PARA 2º, HOJE ELA TEM COMPROMISSO. EU GOSTARIA DE SABER SE VCS QUE POSTAM COMIGO NESTE BLOG, ESTÃO DE ACORDO E VÃO COMPARECER NO MSN NO HORÁRIO QUE FICAR MELHOR, AFIM DE CONVERSARMOS, CASO NÃO QUEIRAM OU NÃO POSSAM, POR FAVOR, AVISEM.
GRATO PELA ATENÇÃO.

Anônimo disse...

Devido à inflação dos alimentos, o Policial Militar do Rio está praticamente passando fome (em “situação de insegurança alimentar”), pois ficou sem um reajuste salarial proporcional à mesma.

O custo da cesta básica subiu quase 30% nas 16 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) no primeiro semestre de 2008.

A reportagem está na edição da Folha desta segunda-feira.

Segundo o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o Salário Mínimo Necessário (referente ao mês de Junho de 2008) é: R$ 2.072,70 (dois mil, setenta e dois reais e setenta centavos).

http://www.dieese.org.br/rel/rac/salminjul08

Portanto, é absolutamente inadmissível um Soldado da PMERJ ganhar menos de R$ 2.072,70 (dois mil, setenta e dois reais e setenta centavos) mensais!

Temos que reivindicar, no mínimo, 150% de AUMENTO salarial para PMERJ e CBMERJ!

Chega de “empurrar com a barriga” e colocar a culpa nos Governos anteriores… Já está na metade do mandato de Sérgio Cabral e até agora NADA de concreto!

O Governador do Estado do Rio de Janeiro quer tapar o sol com a peneira!

Governador, “abra a sua mão” porque o dinheiro é público, não é seu!

JÁ NÃO É HORA DE SE FALAR NO IMPEACHMENT DE SÉRGIO CABRAL FILHO?

Desgovernador Pinóquio mente tanto que nem sente.

Anônimo disse...

Oficiais, mesmo com telhados de vidro, ainda atiram pedras!

Como podem falar mal das Praças?

Está faltando liderança na PMERJ.

Governador faz o que quer com a PM!

Muitas pessoas dizem que PM significa "Pau Mandado".